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Experiential Marketing

8
Jan

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A in-Store Media, em conjunto com o professor Iñigo Gallo (IESE Business School) apresentaram uma sessão de Marketing Experiencial na escola de negócios AESE Business School de Lisboa. O objectivo desta conferência foi o de explicar em que consiste o Marketing de Experiências, as suas vantagens e as possibilidades que oferece para as marcas.

As principais razões pelas quais as marcas querem transformar os seus produtos em experiências são 3:

1)      As experiências são mais pessoais e, por isso, melhor avaliadas. As pessoas definem-se pelo que fazem e não pelo que têm.

2)      As experiências produzem maior felicidade do que os bens materiais. Estudos externos demonstram que uma vez cobertas as necessidades básicas, o disfrutar de uma experiência é avaliado como mais prazenteiro do que a compra de um bem material.

3)      As experiências são mais socializáveis. A maioria das experiências vivem-se com outras pessoas, seja durante o momento do prazer ou à posteriori.

As marcas têm 3 alternativas para transformar os seus produtos em experiências:

1)      Comunicar uma experiência. Este mecanismo é o utilizado pelo maior número de marcas. O objectivo é não falar nas características do produto mas sim dos benefícios emocionais que proporcionam. O caso mais conhecido pode ser da marca de automóveis BMW e o seu slogan “Puro prazer de Conduzir”

2)      Transformar o produto numa experiência. Conseguir que o uso ou consumo de um produto seja algo mais que o benefício tangível e possa ser uma experiência. Um exemplo é a criação, por parte da Danone, de iogurterias onde se pode consumir os produtos da marca. Neste caso, o consumo de iogurte passa de um acto de alimentação a um acto social.

3)      Ser o proprietário da experiência. Nesta caso, um dos exemplos mais relevantes é a Red Bull, uma marca que cria e se vincula a desportos e actividades extrema e de alto risco.

 

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