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5 conselhos para uma comunicação digital in-Store eficaz

7
Nov

comunicação digital in-Store eficaz

 

A comunicação no ponto de venda é para as marcas, mais do que nunca, um desafio de visibilidade, de notoriedade, de tráfego e de imagem para ganhar in situ a decisão final dos consumidores. Conhecíamo-la em papel, nas lonas, no chão e nos lineares. Hoje em dia, é digital e destaca-se muito: ecrãs numéricos que aparecem nos lineares, galerias, fachadas e montras.

Os ecrãs digitais na loja oferecem um forte potencial de criação e de contextualização para captar a atenção dos compradores, desde que se saiba explorar bem este meio.

 

1- Uma criatividade digital bem adaptada

A criatividade tem que se adaptar já que o contexto é particular. Trata-se de impactar a audiência que está em semi-movimento no ponto de venda e num contexto de compra. Para reter a atenção, não se pode tratar dum formato de TV de 30 segundos, nem de uma imagem fixa quando conhecemos os recursos criativos da publicidade digital. No entanto, algumas marcas conseguem a partir das suas criatividades de papel ou de TV, adaptá-las ao meio ponto de venda mas sempre respeitando as condições que aparecem mais em baixo.

2- A sua marca, desde o princípio até ao final

Estudos realizados sobre a eficácia da marca demonstram que a comunicação in-store de um produto tem um efeito muito positivo sobre a marca comunicada. Por esta razão, é muito importante que a marca esteja presente e visível, desde o primeiro segundo do spot até ao último.

3- Destacar o produto em vez de contar uma história

Num contexto de compra com 10 segundos de difusão sem som, o produto é o protagonista. Tem que ser o elemento principal da mensagem, mais que apresentar um storytelling. No fundo, o objectivo é o consumidor identificar um produto para o encontrar no linear. A dificuldade chegará quando for para promover uma gama de produtos em que cada um tem uma quota-parte do ecrã reduzida. Neste caso, é melhor colocar a coerência dos produtos do que jogar com efeitos de zapping que reduzem a visibilidade de cada um.

4- Visível e legível a 10 metros

Tendo em conta que nos dirigimos a uma audiência em movimento, a criação tem que ser visível e legível a 10 metros de distância. Em particular, a tipografia tem de ser de fácil leitura e tem de se jogar com o contraste das cores para destacar o suporte. Sempre utilizando a identidade visual da marca, podemos jogar com as relações complementares das cores. Por exemplo, ao seleccionar três cores complementares ou uma cor e as suas semelhantes com o seu complemento. A beleza desta última palete está no pouco contraste das cores adjacentes reforçada por um pouco da cor oposta.

5- Call to Action

Dado que estamos no ponto de venda, faz falta um Call to Action. Este deve ser coerente com os objectivos da campanha: lançamento, promoção, imagem de marca… Também tem que ser coerente com o seu contexto – hipermercado, centro comercial – para modificar a rota dos consumidores dentro da loja ou no linear e influenciá-lo nas decisões de compras.

A comunicação digital transforma para as marcas o ponto de venda num terreno de jogo infinito onde a primeira regra é ser coerente com a experiência do cliente.

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